A Frequência da Celebração!

E se a arte, que é tão difundida e é uma comunicação profunda com quase todos os seres humanos, pudesse agora também usar a ciência para na "diversão" diminuir quadros de estresse, depressão e ansiedade, muitas vezes ainda não diagnosticados?


Me chamo Carol, sou artista musical, meu nome musical é The Kraken Music. 

Sei que esta não é uma área artística, mas desenvolvi uma pesquisa própria há 13 anos e a 3 anos consegui fazer os primeiros testes, somente há 5 meses atrás pude obter resultados mais significativos com uma audiência die 602.265 pessoas em 286 horas (divididos em 140 dias). 

Minha idea principal é que a música é capaz de provocar o corpo de uma pessoa a entrar em ressonância com ela,  e o tipo de frequência que mais me chamou atenção era a frequência que promove o estado de emocional de celebração, contemplação, também ligados a um estado de gratidão. Emoções importantes para o desenvolvimento do bem estar humano, como reforçam as pesquisas do Dr. Robert Emmons, Dr. Martin Seligman e muitos outros pesquisadores que conduziram estudos nesta área. 

Observando o comportamento social de grandes festivais musicais, concluí que os festivais que utilizavam o estilo musical "House Music" ou "EDM", tinham um comportamento em massa que diferia dos outros estilos musicais, grande parte do público identificava o bem estar, euforia, pertencimento, aceitação entre culturas, esperança e etc. Em parte incentivados por grandes hits musicais que continham músicas em 128 BPMs, notas mais agudas e letras extremamente positivas. Desta forma me aprofundei no estudo do gênero musical que ao contrário da grande parte da indústria crescia exponencialmente em um momento de queda dos shows e da compra de música pelo público em geral. Com a ideia de ter meus próprios testes e potencializar esse efeito em escala mundial, este foi o estilo musical que escolhi e estive trabalhando de forma independente fora do Brasil. Como artista musical já trabalhei com produtor britânico que trabalhou com Elton John, Oasis e Led Zeppelin, tive minha música também adicionada ao album de hit da Universal Music Italy, Warner Brasil e recentemente abri minha gravadora em Miami. Tenho uma base de fãs agora crescente no Brasil mas já tinha bases de fãs internacionais também. Pude testar parte das minhas ideias na minha turnê nos Estados Unidos no ano passado, mas tenho que admitir que os resultados que mais me chamaram atenção, foi quando usei os testes da turnê para aprimorar um modelo digital. Em outras palavras no formato de live streaming, com música selecionadas, interação direta e com a comunicação que desenvolvi, em 140 dias, pude obter sozinha os resultados informados no início do texto. 

Me desculpe pela "chuva" de informações, tentei explicar resumidamente minha forma de raciocínio. Estou ciente por completo que não busco o foco terapêutico profissional, pois sou artista musical, mas meu foco está em transformar o estado emocional das pessoas em um mais positivo, sem a manipulação e apenas o estímulo musical, visual e a interação. Seria como ter uma experiência que pudesse trazer mais efeitos positivos do que apenas um entretenimento. Afinal queremos evoluir e penso que o formato de show que mais é utilizado pelos artistas em geral, está de certa forma pouco interativo, tendo ainda padrões comunicativos do século XX. E se a arte, que é tão difundida e é uma comunicação profunda com quase todos os seres humanos, pudesse agora também usar a ciência para na "diversão" diminuir quadros de estresse, depressão e ansiedade, muitas vezes ainda não diagnosticados?


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